terça-feira, 5 de junho de 2012

Exorcismo

Saudações, seres vagantes! Andei pesquisando um pouco e achei o site http://www.sobrenatural.org , nele eu achei um exorcismo completo e inalterado de 1614. Parte dele é usado na série Supernatural. Confira:

Exorcizamus te, omnis immundus spiritus, omnis satanica potestas, omnis incursio infernalis adversarii, omnis legio, omnis congregatio et secta diabolica, in nomine et virtute Domini Nostri Jesu + Christi, eradicare et effugare a Dei Ecclesia, ab animabus ad imaginem Dei conditis ac pretioso divini Agni sanguine redemptis + . Non ultra audeas, serpens callidissime, decipere humanum genus, Dei Ecclesiam persequi, ac Dei electos excutere et cribrare sicut triticum + . Imperat tibi Deus altissimus + , cui in magna tua superbia te similem haberi adhuc præsumis; qui omnes homines vult salvos fieri et ad agnitionem veritaris venire. Imperat tibi Deus Pater + ; imperat tibi Deus Filius + ; imperat tibi Deus Spiritus Sanctus + . Imperat tibi majestas Christi, æternum Dei Verbum, caro factum + , qui pro salute generis nostri tua invidia perditi, humiliavit semetipsum facfus hobediens usque ad mortem; qui Ecclesiam suam ædificavit supra firmam petram, et portas inferi adversus eam nunquam esse prævalituras edixit, cum ea ipse permansurus omnibus diebus usque ad consummationem sæculi. Imperat tibi sacramentum Crucis + , omniumque christianæ fidei Mysteriorum virtus +. Imperat tibi excelsa Dei Genitrix Virgo Maria + , quæ superbissimum caput tuum a primo instanti immaculatæ suæ conceptionis in sua humilitate contrivit. Imperat tibi fides sanctorum Apostolorum Petri et Pauli, et ceterorum Apostolorum + . Imperat tibi Martyrum sanguis, ac pia Sanctorum et Sanctarum omnium intercessio +.
Ergo, draco maledicte et omnis legio diabolica, adjuramus te per Deum + vivum, per Deum + verum, per Deum + sanctum, per Deum qui sic dilexit mundum, ut Filium suum unigenitum daret, ut omnes qui credit in eum non pereat, sed habeat vitam æternam: cessa decipere humanas creaturas, eisque æternæ perditionìs venenum propinare: desine Ecclesiæ nocere, et ejus libertati laqueos injicere. Vade, satana, inventor et magister omnis fallaciæ, hostis humanæ salutis. Da locum Christo, in quo nihil invenisti de operibus tuis; da locum Ecclesiæ uni, sanctæ, catholicæ, et apostolicæ, quam Christus ipse acquisivit sanguine suo. Humiliare sub potenti manu Dei; contremisce et effuge, invocato a nobis sancto et terribili nomine Jesu, quem inferi tremunt, cui Virtutes cælorum et Potestates et Dominationes subjectæ sunt; quem Cherubim et Seraphim indefessis vocibus laudant, dicentes: Sanctus, Sanctus, Sanctus Dominus Deus Sabaoth.
V. Domine, exaudi orationem meam.

R. Et clamor meus ad te veniat.
[si fuerit saltem diaconus subjungat V. Dominus vobiscum.

R. Et cum spiritu tuo.]
Oremus.

Deus coeli, Deus terræ, Deus Angelorum, Deus Archangelorum, Deus Patriarcharum, Deus Prophetarum, Deus Apostolorum, Deus Martyrum, Deus Confessorum, Deus Virginum, Deus qui potestatem habes donare vitam postmortem, requiem post laborem; quia non est Deus præter te, nec esse potest nisi tu creator omnium visibilium et invisibilium, cujus regni non erit finis: humiIiter majestati gloriæ tuæ supplicamus, ut ab omni infernalium spirituum potestate, laqueo, deceptione et nequitia nos potenter liberare, et incolumes custodire digneris. Per Christum Dominum nostrum. Amen.


Ab insidiis diaboli, libera nos, Domine.

Ut Ecclesiam tuam secura tibi facias libertate servire, te rogamus, audi nos.
Ut inimicos sanctæ Ecclesiæ humiliare digneris, te rogamus audi nos.

Et aspergatur locus aqua benedicta

sexta-feira, 1 de junho de 2012

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Letras:"Beyond Me"- After Forever feat. Sharon den Adel*

video

I know i'm alone but somebody's watching me,
Follows me everywhere i go.
A cold flow surprised me again,
I shiver.
The presence of something, i can hear it's breathing.

Leave me alone, wherever you came from.
Hearing so much voices, no one's talking.

Running for something, nothing in the black of the night.
Creeps around you, the invisible force that makes you crazy.
I can't remember how it feels to be warm, to be alone
Without that fear deep inside.

Icons of death float on beyond me,
Whispering my name and breathing my fear.

The menace of insanity,
Inner voices cry out for action.
Defenceless as i am,
Lost in the alleged paradise.

I'm not sure if i'm here or elsewhere
Searching for satisfaction
Beyond the frontiers of my comprehension.

*cenas do game Fatal Frame 3

quarta-feira, 23 de maio de 2012

(conto) A Estrada Comum

Escuro. Depois do estrondo de um tiro, uma dor dilacerante no peito e uma queda surda no rio, James contemplava o escuro, um vazio infinito. "Estou morto?", pensava. "O que acontece agora?". Era uma sensação que ele não poderia explicar. Depois de muito tempo flutuando na própria mente, ele sentiu um toque profundo no peito, puxando-o para a superfície de algum abismo. 
James acordou nas margens de um córrego, devia estar em algum lugar de New Jersey, onde morava. Caminhou um pouco e achou uma estrada. Ele não entendeu bem o que havia acontecido, parecia que esteve inconsciente por dias, mas não haviam se passado nem cinco minutos. Esperando que algum carro passasse por ali, James viu uma mulher solitária caminhando em sua direção. Aparentando ter trinta e poucos anos, ela usava um moletom preto largo, uma calça e um coturno da mesma cor. Um raio de esperança nasceu nele: "Finalmente, alguém que pode me ajudar!". A moça estava quase perto dele quando, ao vê-lo, ela abriu um leve sorriso:
- Finalmente eu te encontrei!
James ficou ainda mais aliviado:
- Ah, que bom que a minha mulher mandou me procurar! Você é policial?
- Na verdade, James, sua mulher jamais ia querer que eu te encontrasse. 
- O quê? Como assim? 
A mulher ficou em silêncio por longos instantes. James começava a se sentir mal, o mundo parecia diferente e igual ao mesmo tempo. As árvores pareciam vigiá-lo, os pássaros noturnos pareciam cantar só pra ele. Depois de um breve devaneio, ele pergunta:
- Quem é você?
- Eu tenho muitos nomes, mas você pode me chamar de Meiry. Vamos, vou levá-lo para ver sua mulher.
- Onde estamos? 
- Não importa. Apenas feche os olhos.
- Pra quê?
- Feche.
James obedeceu por uns quatro segundos. Ao abrir os olhos, ele se viu na frente de sua casa. A cada minuto ele ficava mais confuso.
- Como você fez isso?
- Não quer se despedir da sua mulher?
- Clar... Me despedir, por quê?
- Olhe.
A calma de Meiry diante daquela situação bizarra, era o que mais o assustava. Porém, quando olhou para dentro de sua casa, ele ficou boquiaberto. Sua mulher estava beijando um desconhecido e, logo depois, falava com uma adolescente, a quem chamava de filha.
- Não é possível! Minha filha tem nove anos!
- Não é mais, há muito tempo.
- Já chega! Me diga o que está acontecendo, AGORA!
Meiry ainda o olhava com ternura:
- Quer saber um dos meus outros nomes?
- Sim, mas só depois que--
- Morte.
Naquele instante, tudo ficou claro como água para James. De repente, toda a aflição passou, acalmava-se o pulso de um coração que só batia em sua mente. Meiry segurou sua mão gelada e o confortou:
- Você vai poder observá-la sempre.
- Eu sei que ela está bem agora. Eu só queria dizer pra ela que a amo.
- Ela sabe disso.
- Então estou pronto.
- Ninguém nunca está.
- Não há mais nada pra mim aqui. Não importa se estou pronto ou não. Não quero ficar e conhecer minha insanidade, nem fazê-la sofrer. Acho que você é meu novo amor.
- Seu e de quantas almas precisarem.

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Os passos solitários.


Me revelo vinda das sombras,
O temor se reflete nas faces "civilizadas",
Sussurros de repugnância
Pela minha face distorcida por lágrimas.

Pelas ruas sinistras
O toque do vento,
Saudação da noite.
Bem-vinda, criança.
Vislumbre a aurora obscura,
A intocável esperança.

Apaixonei-me pelo guardião da passagem,
Parecia-me distinta miragem.
Adoráveis garras envolvem minha pele morta,
Beijos quebrados
Envoltos em desejos,
Como se tivesse minha vida de volta.

Meu amor é uma Rosa com espinhos:
Se souber apreciar, encanta;
Se não souber tocar, machuca.

Rosa negra no leito noturno,
Seu toque soturno
Acalma o pulso...
Amável amargo.

Que vontade de tornar o momento eterno,
Apreciar e tocar suas doces cicatrizes,
Ser vigiada por seus olhos apaixonados
De um servo torturado.

Vá, lute o quanto puder.
O destino já nos fez marido e mulher.
Mesmo como alma vagante,
Amo-te e espero nosso último instante.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Jigoku Shoujo (A Dama do Inferno)*


"Na cortina da meia noite,
Uma vingança impensável é realizada."

Uma culpa assombrando a mente errada,
Um momento que não se esperava,
Dor reprimida alimentando a raiva,
Medo crescente do mal que se espalha.
Então, a vingança é desejada.

A Dama aparece de repente
Diante do desejo eminente.
Ela diz tornar a dor curável,
Mas é obrigada a dar ao vingador o mesmo destino,
Inevitável.

Finalmente, a fita é arrancada,
Então, a vingança é realizada.
Ela guia a alma perdida
Pelo portal da condenação,
Amaldiçoa as chamas da perdição.
Marcado no peito,
Sela o contrato,
No inferno, dois túmulos são cavados.

A dor cessa,
Lágrimas secam,
Felicidade vitalícia.
Porém, ao apagar-se o brilho,
Sua alma cairá no abismo.

*baseado no mangá/anime do mesmo nome.

terça-feira, 8 de maio de 2012

Loucura perdida.


Estou presa em meu próprio interior
Abraçando a essência da dor.
Acordo, de repente,
Com um parasita,
Um invasor devorador de almas,
Brincando com a minha mente.

Busco o controle do meu corpo,
Tomado pelo desespero.
O reflexo no espelho
Mostra o estranho dentro de mim,
Sorrindo malicioso,
Misturando loucura e infantilidade.

Minhas mãos tornam-se assassinas,
Causando dor em suas vítimas.
Pare!
Que desejo insano!

Anseia pelo meu corpo
Como refugio.
Não!
Não abrigarei a insanidade!
Não prolongarei a eternidade.

O bem e o mal por dentro,
Fatalidades duram meros momentos,
Ele simplesmente não me deixa dormir
Gritando vinganças e desejos.

Durma e esqueça,
Cale-se e pereça
Até que o tempo o adormeça.


sábado, 5 de maio de 2012

Letras:"Storm the Sorrow"- Epica



Along the way i find myself
To be confined within me.
No place for any other's mind
To interfere.
To grasp the meaning of it all,
To overcome my limits,
And dance away from any void
And empty tones.

Just tell me why,
Just tell me how i can survive this time.

Believe yourself and look away
From all that's right within you.
Leave all your worries at the door
And drift away.
I've tried to peer into the core,
But could not storm the sorrow.
My hollow heart has bled me dry,
Left me to stray.

Another time,
Without a trace.
Condemn me now,
Send me to hell
For i'm already failing.

Intertwine the lines
That swim beneath the dark.
Realize the pain we live in,
Demonize the need we reel in.
No.
In my memories
I'll dig deep enough to know
Centuries of dreams unending.
Another me that yielded tears
When someone had betrayed.

No time should ever go to waste,
It's not that complicated.
You're free to live your life at ease,
No more restraints.
No heed for shadows on your way
That try to steal your laughter,
Your light will drive them all away,
Be confident.

Will i refrain?
Can i repent?
Will you be there?
Erase the page
For i'm alone and ailing.

Intertwine the lines
That swim beneath the dark.
Realize the pain we live in,
Demonize the need we reel in.
No.
In my memories
I'll dig deep enough to know
Centuries of dreams unending.
Another me that yielded tears
When someone had betrayed.

So, this is my life 
And it can't break me down.
Go, i will decide
Who can come in
And heal my disease.
Burn it in flames!
Kill it and maim!
Why can't you see 
That you need to be freed?

Intertwine the lines
Beneath the dark.

Every bit of pain we're feeling,
Every other solemn life.
No.
In the memories you will find somehow,
There used to be a dream unending.
No more need to be alone.

Intertwine the lines
That swim beneath the dark.
Realize the pain we live in,
Demonize the need we reel in.
No.
In my memories
I'll dig deep enough to know
Centuries of dreams unending.
Another me that yielded tears
When someone had betrayed.








sexta-feira, 4 de maio de 2012

Letras: "Valentine"- Xandria



Be the Valentine,
Rip the heart of mine,
Give your innocence
To the brightest of dreams.
This is harvest time,
Taste the bloodred wine
Of this gilded art,
It is spilled from my own heart.

It's so hard to see my face
In the mirror's cold disgrace,
I wonder what is this i have become?

A childish forlorn wish,
So easy to seduce,
Seems like it's just one step to fall down.

Be the Valentine,
Rip the heart of mine,
Give your innocence
To the brightest of dreams.

I can hardly write these lines,
Cause i already have signed
My name across the wall of prayers.

Now i listen to my name,
Sounding like a blame,
I close my eyes and start to sing my song.

Be the Valentine,
Rip the heart of mine,
Give your innocence
To the brightest of dreams.
This is harvest time,
Taste the bloodred wine
Of this gilded art,
It is spilled from my own heart.


If i'm looking back behind
To long forgotten times,
There's something that is burning on and on.

Pactum Fraudis!(4x)
Sanguinans!

I live inmemories,
Cast into melodies.
They die in harmony
With greed and  Treachery.

How can i run
From this hurting
Neverending pain.

(conto) Sacrifícios - Parte 2/2

                       A manhã de domingo estava ensolarada e movimentada, fazendo Hanna se sentir um pouco mais viva. Porém, ao ligar a televisão, ela quase perde o equilíbrio. A repórter dizia que uma mulher havia sido morta em sua própria casa. Teria sido apenas mais uma tragédia, se não fosse pela foto da vítima, onde Hanna reconheceu Melisse, instantaneamente. A mulher de quem ela quis se vingar por tanto tempo, estava com a garganta completamente cortada. Aquilo não era algo para se comemorar, mas ela sentiu uma grande parte daquele peso sumindo, escorrendo suavemente como gotas de sangue quente. No outro dia, teve outra surpresa: o advogado que havia atropelado sua irmã tinha sido executado da mesma maneira, com a garganta cortada. Seria apenas uma coincidência ou algo mais? Ela não havia feito aquilo, mas se sentia mais leve a cada
manhã. No outro dia, mesmo com os recentes acontecimentos, ela não esperava por aquilo. A mulher de seu primo viciado telefonou desesperada, dizendo que ele estava morto.
                     - Foi um fantasma, Hanna! Eu vi! Juro por Deus que vi! Ele matou meu marido e sumiu no ar!
                     Ela ficou ainda mais espantada quando ouviu a viúva descrever o assassino:
                     - Ele tinha olhos que brilhavam no escuro! Um brilho tão maléfico, tão sombrio!
                    Depois de consolar a mulher, ela desligou o celular e notou um pequeno bilhete debaixo da porta.
Quando abriu o envelope, ela não acreditava no que havia lido, nem que a verdade sobre o estranho que conhecera na lanchonete era tão chocante. No bilhete lia-se: "Fiz por você, querida, os sacrifícios de seu passado. Eu, como mensageiro da morte, costumo ter pena dos vivos. De seu amigo Ceifeiro, Joshamee."

(conto) Sacrifícios - Parte 1/2

                   Era a manhã de sábado mais deprimente que Hanna já havia visto. O vidro da janela roubava as lágrimas da chuva que parecia não ter fim. Por muitos anos, sua mente continuava exatamente assim: nublada, instável e confusa. Segurando uma xícara de café fumegante, ela relembrava aqueles acontecimentos dolorosos  que haviam enchido sua alma de dor, amargura e rancor.
                  O mundo de Hanna começou a escurecer quando, um mês antes de se casar, uma mulher, chamada Melisse, seduziu seu noivo, fazendo-o desistir do casamento. Um ano depois, sua irmã foi atropelada por um motorista bêbado e ficou paraplégica, enquanto o homem, por ser um advogado, escapou da condenação. Três meses depois, Hanna foi acusada injustamente de vender drogas, pois seu primo era viciado, e, para não ser preso, incriminou-a.
                  Mas agora, depois de cinco anos, ela estava livre...cinco anos que deixaram uma marca eterna de sofrimento. Hanna se tornou fria e, às vezes, sádica.
                  Ela dirigiu até uma lanchonete, pois mesmo toda aquela chuva não lhe obrigava a cozinhar alguma coisa para comer. Comprou um hamburguer qualquer e se sentou. Era um lugar lotado e barulhento, mas ela não se incomodava, afinal precisava de alguma coisa que a fizesse lembrar de que ainda vivia em uma sociedade. A única cadeira vazia que restava era aquela ao seu lado, e, segundos após ela perceber isso, um homem fala ao seu lado:
                  - Se importa se eu sentar aqui? Comer em pé me dá insônia.
                  Depois de pensar por um instante, responde:
                  - Claro que não. Pode sentar.
                  - Ah, obrigado! Prometo que não incomodo.
                  - Não se preocupe.
                  O homem percebeu que ela não queria conversar, mas tirou seus óculos escuros e estendeu a mão:
                  - Meu nome é Joshamee. Prazer.
                  Mesmo sem nenhum interesse em falar, ela retribuiu:
                  - Eu sou Hanna. Prazer.
                  - É um nome bonito!...Mas, por quê essa tristeza?
                  Hanna ficou surpresa, será que sua dor estava tão evidente? Então, ao olhar diretamente nos olhos do homem, notou uma coisa realmente intrigante: seus olhos eram de um azul cristal claríssimo, quase brancos.
Depois de um tempo, respondeu:
                 - Não sei do que está falando.
                 - Tanta mágoa reprimida está lhe destruindo por dentro. Eu vejo isso.
                 - É uma história e tanto.
                 - Eu tenho tempo.
                 Então, Hanna começou a contar suas desventuras, enquanto Joshamee parecia fascinado e aflito com a história. Depois de se despedirem, os dois tomaram seus respectivos caminhos, e, ao chegar no seu apartamento, ela percebeu que não conversava com uma pessoa há muito tempo. Talvez aquela conversa tenha feito bem à ela, mas não era o bastante para tirar o gosto amargo do passado.

terça-feira, 17 de abril de 2012

(Primeiro conto) "Os Olhos do Passado"

              Anthony admirava a escuridão de seu quarto, como o sono não vinha, ele apenas olhava para o teto e as paredes. Com o passar da noite sem estrelas, suas pálpebras começavam a se fechar, bem lentamente.
              Mas, de repente, ele acorda assustado, sem acreditar no pesadelo que acabara de ter. Sonhou que estava em um campo aberto, o céu estava pintado de vermelho-sangue com nuvens de fogo, pessoas corriam de um mau invisível. Ele mal conseguiu se mexer quando avistou uma figura imóvel no meio da multidão, uma figura familiar, cuja lembrança estava gravada em todo o seu ser. Mesmo depois de acordar, ele ainda lembrava daqueles olhos doces encarando-lhe, quase como um chamado.
             Ele começou a se lembrar da dona daqueles olhos. Sua amada esposa havia morrido a 5 anos atrás em um incêndio, ele quase perdeu a vida tentando salvá-la. Grande parte dele desejava que isso tivesse mesmo acontecido, todas as manhãs ele acordava com a esperança de que ela estaria ao seu lado, e que tudo aquilo não passava de um sonho ruim.
            Sem a menor intenção de voltar a dormir, Anthony pegou seu casaco e saiu. Ficou por muito tempo caminhando nas ruas soturnas e vazias, apenas o silêncio o consolava, como um velho amigo. Depois de certo tempo caminhando, ele avistou um gato negro, lindo e imponente. Anthony se aproximou devagar e ficou surpreso ao ver que o animal fazia o mesmo. Feliz por ter encontrado uma companhia, Anthony começou a acariciar as orelhas do felino, e, ao fazer isso, reparou nos olhos do gato e pulou para trás quando percebeu o mesmo olhar doce, a mesma expressão suave, lhe encarando como naquele sonho. Nesse instante, sua mulher estava parada em sua frente, com o sorriso mais lindo que ele já havia visto.
           Na manhã seguinte, Anthony jazia morto na calçada, e, em seu rosto, pela primeira vez, seus olhos estavam ternos e um leve sorriso formava-se em sua boca, como se estivesse apenas dormindo e tendo o melhor dos sonhos.

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Roupas Góticas VIII












Sharon Den Adel (vocalista do Within Temptation)


O Corvo

Letras: Xandria -"In Love With The Darkness"

video

No more tears,
I'm out of fears,
I'm out of pain,
I'm out in the rain.

It will gently wash away
The light of the day.

I'm in love with the darkness of the night,
I'm in love with all that's out of sight,
I'm in love with the magic of the new
And the darkness loves me, too.

Finally
It covers me,
It makes me taste
It's sure embrace.

It will gently take away
The sorrows of the day.

I'm in love with the darkness of the night,
I'm in love with all that's out of sight,
I'm in love with the magic of the new
And the darkness loves me, too.


Come out, 
Come out,
Wherever you are,
Don't hide,
Don't hide,
Near or far.

Come out, 
Come out,
Wherever you are,
Don't hide.



I'm in love with the darkness of the night,
I'm in love with all that's out of sight,
I'm in love with the magic of the new
And the darkness loves me, too.

Roupas Góticas VII









quinta-feira, 12 de abril de 2012

Letras: Within Temptation -"Gothic Christmas"


video

We're gonna have a gothic christmas,
That is what we'll do!
We're gonna have a gothic christmas,
Hope you'll have one, too!

Santa's going to wear a black vest
Just for me and you.
Santa's going to grunt in Latin,
Slay a dragon or two.

Rudolph, he will change his name,
'Cause Rudolph just sounds pretty lame.
From now i'll call him Ragnagord,
The evil reindeer overlord.

His nose, it shall be red no more,
But will be blackened to the core,
His eyes will glow an evil glow
To guide the chariot through the snow.

We want to wish you a gothic christmas. (4x)


We're gonna have a gothic christmas,
That is what we'll do!
We're gonna have a gothic christmas,
Hope you'll have one, too!


We want to wish you a gothic christmas.
We want to wish you a gothic christmas.
We're gonna wish you a gothic christmas,
Hope you'll have a gothic christmas, too!

terça-feira, 10 de abril de 2012

segunda-feira, 9 de abril de 2012